sábado, 13 de janeiro de 2007

A Vida...


A vida é como jogar uma bola na parede:

Se for jogada uma bola azul,
ela voltará azul;

Se for jogada uma bola verde,
ela voltará verde;

Se a bola for jogada fraca,
ela voltará fraca;

Se a bola for jogada com força,
ela voltará com força.

Por isso, nunca "jogue uma bola na vida"
de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir
aquilo que nós lhe oferecemos.

Autor: Albert Einstein

8 comentários:

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...
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Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Albert Einstein em sábias palavras...

Vim te desejar coisas boas e um lindo final de semana!!!

Tenho ainda o delicioso gosto daquele laço vaporoso, que eu comi no café, enquanto conversávamos, eu tu e Maria de Deus...
Grande Açores... Tenho saudades...
Jamais esquecerei...


Beijos,
Cris

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Saiu dobrado e apaguei 1!!!

Outro beijo!!!
Cris

aprendiz de viajante disse...

Arranjar sempre umas palavras bonitas para receber os teus convidados... gosto muito de passar nesta tua casa! Ando um bocado ausente da blogosfera porque estive e estarei novamente a fazer uma formação, como é em computadores, quando chego a casa já não vejo esta máquina à minha frente:)

Um bjinho para ti e bom Domingo!

Xuinha disse...

às vezes acho que as coisas n são assim tão simples...

Beijocas grandes

Vida disse...

Afinal a vida seria tão simples se víssemos essa realidade, a nossa vida é o reflexo das nossas escolhas.
Maria o teu pôr do sol é magistral.

Beijinhos para os teus pais e para ti.

Isabel José António disse...

Caríssima Maria,

Vi um comentário seu num outro blog e vim espreitar o seu. E surge-me este texto do Einstein que resume na perfeição uma lei existente na Natureza e à qual se lhe poderá chamar Lei de Causa e Efeito.

Na Natureza toda a causa produz um efeito e todo o efeito tem uma causa.

Se nós tivessemos isto em perfeita sintonia connosco, saberíamos que antes de fazer, pensar sequer, qualquer coisa, deveríamos ter um cuidado extremo para saber o que estaríamos a fazer.

Um simples pensamento irá encontrar outros, do mesmo tipo de energia, e produzir as suas consequências.

Se toda a gente pensasse nisto...

A vida dá-te sempre um sinal
Do que podes ou não fazer
Por vezes nem é bem nem mal
É só pensar no que vai acontecer

Ouvir-nos-íamos sempre no presente
A real Consciência de quem somos
O amor manifestar-se-ia serenamente
A vida seria uma laranja aos gomos

Pára um pouco. Silencia a tua mente
És o Universo inteiro no coração
A Natureza deixou-te uma semente
Que crescerá em ti! Suprema emoção!

Um abraço.
Parabéns pelo post.

Se quiser passar pelo nosso "espaço", seja muito bem vinda.

José António

Isabel José António disse...

Cara Amiga Maria,

Já depois de ver a sua resposta, venho aqui deixar-lhe, parece-me que a propósito do texto de Einstein que colocou, um outro texto dum livro que acho fenomenal pela sua simplicidade e importância. Talvez seja um pouco longo para um espaço destes, mas a sua transcendência leva-me a copiá-lo a seguir:

"...
Descartes, filósofo do Séc. XVII, considerado o fundador da filosofia, deu expressão a este erro primordial através da sua famosa máxima (que considerava uma verdade fundamental): "Penso, logo existo". Esta foi a resposta que encontrou para a questão: "Há alguma coisa que eu possa saber com uma certeza absoluta?". Ele entendeu que o facto de estar sempre a pensar não deixava qualquer dúvida e, por isso, comparou pensar a SER, ou seja, comparou a identidade - Eu Sou - ao pensamento. O que ele realmente tinha descoberto era a origem do ego, não a verdade fundamental, mas ele desconhecia isso.

Passaram quase trezentos anos até outro célebre filósofo ver naquela afirmação algo que tinha escapado a Descartes e a toda a gente. Esse filósofo chamava-se Jean-Paul Sartre. Sartre reflectiu intensamente sobre a afirmação de descartes, "Penso, logo existo", e subitamente apercebeu-se, citando as suas palavras, de que "A consciência que diz "existo" não é a consciência que pensa". O que pretenderia ele dizer com isto? Quando temos consciência de que estamos a pensar, essa consciência não faz parte do pensamento. É uma dimensão diferente de consciência. E é esta consciência que diz "existo". Se não houvesse mais nada dentro de nós a não ser o pensamento, nem sequer saberíamos que estávamos a pensar. Seríamos como uma pessoa que está a sonhar e não sabe. Identificar-nos-íamos com cada pensamento, como o sonhador se identifica com cada imagem do seu sonho. Ainda há muitas pessoas que vivem assim, como sonâmbulos, presas a antigos padrões de pensamento disfuncionais que recriam permanentemente a mesma realidade de pesadelo. Quando sabemos que estamos a sonhar, permancemos conscientes dentro do sonho. Entramos noutra dimensão de consciência.
...//...
Em situações limite algumas pessoas perderam todos os seus bens, outras perderam filhos cônjuges, a sua posição social, a sua reputação ou as suas capacidades físicas. Tudo aquilo com que as pessoas se identificavam, tudo o que lhes dava a noção de identidade, foi-lhes retirado. Então, repentina e inexplicavelmente, a angústia ou o grande medo que sentiram de início dá lugar a uma sensação sagrada de PRESENÇA, uma profunda paz e serenidade e uma libertação total do medo. Perguntamo-nos: "Perante este "cenário" como é possível eu sentir tal paz?".
A resposta é simples se compreendermos o que é o ego e como funciona ele. Quando as formas com as quais nos identificamos e que nos dão a nossa noção de identidade desaparecem ou nos são retiradas, isto pode conduzir à ruína do EGO, uma vez que o Ego é a identificação com a forma. Quando não resta nada com que nos possamos identificar, quem somos nós afinal? Nessa altura ganhamos consciência da nossa identidade ESSENCIAL como algo sem forma, uma PRESENÇA universal, um SER anterior a todas as formas, a todas as identificações. Entendemos que a nossa verdadeira identidade é A PRÓPRIA CONSCIÊNCIA e não as coisas com que a consciência se identificava. Esta é a paz de Deus. A derradeira verdade de quem somos não é "Eu sou isto" ou "Eu sou aquilo", mas simplesmente EU SOU. ..."

Extracto do livro: "Um Novo Mundo"
Autor: Eckhart Tolle
Editora: Pergaminho

..."

Um grande abraço

José António